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    Como uma solução que traduz dados em eficiência para o negócio fez a ECS crescer junto à InterPlayers

    Paulo Wilges explica de que forma a expertise ECS em desenvolvimento de software, supply e BI foi direcionada para área de saúde, com a entrada da InterPlayers como sua principal sócia
    Cláudia de Castro Lima | 28 jan 2021

    No começo dos anos 2000, a rede norte-americana de restaurantes Uno tinha como desafio transformar o processo de gestão em algo mais analítico e menos intuitivo.

    “Diante desse desafio, criamos algo que naquela época foi considerado inovador”, conta Paulo Wilges, diretor executivo da ECS. “Desenvolvemos uma solução para captação de dados e entrega de informações por meio de Dashboards Dinâmicos, acessível tanto na holding em Boston, EUA, quanto remotamente em todas as unidades da Uno.”

    Essa solução não coletava apenas dados operacionais da Uno, mas também informações externas.

    “Por exemplo: quando nevava, havia uma redução da taxa de ocupação dos restaurantes – e essas atenuações eram sinalizadas nas análises de evolução de vendas.”

    Cruzando dados, tanto internos quanto externos, a capacidade analítica foi ampliada, permitindo à Uno analisar sua operação com acuracidade, dinamismo e em tempo muito próximo ao que estava acontecendo em seus restaurantes. 

    Neste período, a ECS atuava como representante e fábrica de software da empresa americana Pilot Software, líder mundial de sistema para Business Intelligence (que posteriormente, em 2007, foi adquirida pela SAP AG).

    Também nessa época, a ECS foi responsável pela primeira implementação de Balanced Scorecard, desenvolvida no Brasil como um produto Pilot para o mercado norte-americano e mundial.

    Mais tarde, a expertise ECS em desenvolvimento de software, supply e BI foi direcionada para área de saúde, com a entrada da InterPlayers como sua principal sócia. 

    VOCAÇÃO EM OFERECER SOLUÇÕES USANDO TECNOLOGIA

    Com mais de 30 anos atuando na área de tecnologia, a ECS vem se transformando ao longo do tempo, mas sempre preservando a sua vocação em oferecer soluções de negócio utilizando tecnologia como meio. 

    Os serviços de consultoria, desenvolvimento de software e alocação de profissionais abriram espaço para construção de produtos verticalizados para os segmentos em que a ECS havia se especializado.

    Primeiro veio o varejo mercantil, com projetos realizados para as redes de supermercados Disco na Argentina e Kmart nos Estados Unidos, cujas soluções tinham como foco gestão de venda e ruptura de estoques.

    “Questões aparentemente simples se tornam complexas quando consideramos o volume de dados e as ineficiências sistêmicas existente em toda cadeia”, explica Paulo.

    Nascia assim o primeiro produto de visibilidade da ECS, capaz de resolver as questões relacionadas à coleta, à transformação e à apresentação de informações, com foco na gestão de ruptura para a indústria.

    “Adotamos o modelo SaaS, que reduzia a dependência das áreas de tecnologia da indústria, muitas vezes sobrecarregada com demandas internas.”

    Posteriormente, uma parceria com a empresa Mercador ampliou muito a adoção do produto, que passou a ser utilizado pelos principais fornecedores do varejo mercantil nacional.

    Em 2007, a ECS realizou o spin-off da operação de visibilidade, que no ano seguinte foi adquirida por uma grande empresa de EDI no mercado nacional.

    “Nesse momento, o compartilhamento dos dados de vendas e estoque, entre varejo e indústria, estava consolidado, e as soluções de informação ampliaram sua capacidade de contribuir com o processo de gestão.” 

    Em 2011, depois de quatro anos fora, Paulo Wilges voltou para ECS, que estava focada nos serviços de fábrica de software. Lá, retomou os serviços de Data & Analytics.

    Nos anos seguintes, a ECS deu início a uma reestruturação societária e executiva com o retorno de Augusto Toigo e a entrada de Tales Godoy e José Jimenez.

    ECS AMPLIA OFERTAS E MERCADO COM A INTERPLAYERS

    Em 2013, após a InterPlayers ter recebido investimento do fundo Oria Capital, “Paulo Caputo, sócio da Oria, fez a aproximação entre ECS e InterPlayers entendendo que poderia haver sinergia entre as empresas”, conta Paulo Wilges.

    No mesmo ano, a ECS foi contratada pela InterPlayers para consultoria e desenvolvimento do produto PharmaLink Intelligence, com foco na inteligência aplicada à execução de campo. 

    Antes mesmo de o trabalho ser finalizado, a InterPlayers, em um momento em que buscava empresas que pudessem contribuir para seus projetos de expansão, chamou Paulo Wilges para uma nova conversa. 

    “Arnaldo Sá e Fernando Cascardo, sócios e fundadores da InterPlayers, entendiam que poderíamos contribuir com as estratégias de expansão da InterPlayers”, ele relembra.

    “Meus sócios e eu reconhecíamos e admirávamos o valor e relevância da Interplayers no segmento de saúde e bem estar.”

    Iniciava uma nova fase da ECS, tendo como principal sócia a InterPlayers. 

    “Nos dois primeiros anos, fiquei à frente da diretoria de Desenvolvimento da InterPlayers com a missão de integrar a equipe da adquirida Entire, reduzir o backlog de entregas e endereçar a continuidade das plataformas comerciais”, diz ele.

    “Com uma equipe focada e preparada para os desafios que o mercado estava demandando, conseguimos unificar 23 sistemas em uma única versão de produto, de forma que as melhorias passaram a ser compartilhadas e beneficiaram todos os clientes.”  

    No segmento farma, a ECS passou a atuar como fábrica de software para a InterPlayers e é responsável pelas soluções de Data & Analytics. 

    Nos demais segmentos, a ECS oferece soluções de visibilidade, fábrica de software e uma nova plataforma comercial, adaptada a partir dos conceitos inovadores da InterPlayers.


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