• “O mercado de cannabis sofre tanto preconceito que é difícil até uma empresa abrir conta em banco”, diz CEO da Cannapag no podcast

    Murilo Gouvêa, cofundador da Cannapag, conta neste episódio do FH Podcast por que o mercado de maconha medicinal precisa de uma fintech específica e o que faz do chamado cannabusiness um setor altamente promissor
    Cláudia de Castro Lima | 25 nov 2020

    Desde dezembro do ano passado, o Brasil permite a importação e a produção da cannabis para fins medicinais. O mercado ainda carece de regulamentação, mas várias startups vêm surgindo para atuar nos serviços complementares. 

    A Cannapag é uma delas. Fintech voltada exclusivamente para o chamado cannabusiness, a empresa foi criada por Murilo Gouvêa, Mizael Cabral e Diogo Fernandes, em João Pessoa, e está sendo acelerada pela The Green Hub (já escrevemos sobre a aceleradora no Future Health: leia aqui).

    Neste podcast, Murilo, que é CEO da Cannapag, conta que, como em alguns outros países, o mercado de cannabis sofre preconceito aqui no país. “É um grande desafio para associações de pacientes ou empresas ter acesso a um sistema de pagamento”, conta.

    A dificuldade se estende até para uma simples abertura de conta. “Se banco vê que é uma empresa relacionada a cannabis, ela recebe uma negativa”, diz Murilo. “As associações de pacientes têm que passar, em média, por três bancos para conseguirem acesso a serviços financeiros básicos.” A Cannapag, diz ele, chegou para resolver esse problema.

    Aqui, Murilo fala ainda, entre outras coisas, sobre as tendências do mercado, as razões para ele ser tão promissor e as expectativas do setor para a regulamentação da produção de medicamentos à base de canabis por aqui.

    Ouça, abaixo, a entrevista completa no Spotify. Ou, se preferir, escute no Google Podcasts. Para outras plataformas, acesse nossa página no Anchor.


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